21/07/2008

Arte que se ouve: Suede


Tenho um fraquinho por pop britânica. Britpop, como é conhecido este género musical criado na década de 90, na Grã-Bretanha.

Gosto da sonoridade, da imagem, do aspecto andrógino das bandas, de algo que este estilo musical comporta que parece directamente importado dos anos dourados da beatlemania.


Hoje trago-vos Suede. Um dos grupos percursores da Britpop. Um dos meus favoritos.


Vejam:








20/07/2008

Arte que se vê: Monty Python and The Holy Grail


Hoje trago-vos um ícone da comédia. Os Monty Python, que tiveram a sua origem em 1969, tornaram-se desde logo um verdadeiro fenómeno, continuando a influenciar gerações e a ser uma referência incontornável para todos quantos apreciam comédia.

O que começou como uma série de TV cómica britânica, de 45 episódios, - Monty Python's Flying Circus - derivou em algo apenas comparado ao êxito conquistado pelos Beatles. Até o termo "pythonesque" ou "pythonesco" se encontra no dicionário de língua inglesa para indiciar algo surreal ou absurdo.

Deixo-vos com os pais do "non-sense" - Eric Idle, Eric Chapman, John Cleese, Michael Palin e Terry Jones - num dos meus contributos favoritos dos Python - Monty Python and The Holy Grail. Enjoy.


Monty Python and The Holy Grail:














"Monty Python and the Holy Grail (Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado) é um filme de comédia de 1975. Foi escrito, teve a performance e foi dirigido pelo Monty Python, um grupo britânico de comédia, durante o intervalo entre a terceira e a última temporada de sua popular série de televisão da BBC Monty Python's Flying Circus. O primeiro filme do grupo, And Now For Something Completely Different, foi uma compilação das piadas da série de televisão; em contraste, Em Busca do Cálice Sagrado foi elaborado com material inteiramente novo. Baseado de forma irônica na lenda da busca do Rei Arthur para encontrar o Santo Graal, o filme foi um sucesso quando esteve em cartaz e mantém uma legião de seguidores atualmente.
O filme utilizou como locações o Castelo de Doune, na Escócia."


in wikipédia


Sites:


Os melhores vídeos - http://www.montypythoncircus.com/

18/07/2008

Arte que se vê: "A História das Coisas"



Um amigo enviou-me por mail o link para este pequeno documentário.


Acabei de o ver justamente agora e, senti a necessidade de o partilhar, de fazer a minha parte para o tornar visível.





The Story of Stuff - http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en





Em 21 minutos, através de um discurso simples, nada cansativo, ilustrado por divertidas animações, somos relembrados dos vários percursos do "consumo", desde a extracção de matérias-primas, passando pela indústria transformadora das mesmas, os locais de consumo, as nossas casas e, finalmente às formas de lidar com as quantidades grotescas de desperdícios gerados.


Insisto para que assistam, para que partilhem, pois devemos ao Mundo e a todos quantos nos rodeiam, estar conscientes das consequências das nossas acções.

O site: http://www.storyofstuff.com/index.html

12/07/2008

Arte que se vê: Roma


Ultimamente um dos meus maiores prazeres, ao nível do audiovisual, tem sido rever a que considero uma das maiores séries épicas realizadas - Roma.

Através de personagens como Júlio César, Pompeu Magno, Atia, Marco António, Lucius Vorenus, Titus Pullo, Cleópatra e tantos, tantos outros, assim como de cenários extremamente bem elaborados e pormenores realistas, é-nos trazido o panorama de uma Roma turbulenta, fervilhante metrópole cosmopolita com cerca de 1 milhão de habitantes.

A cidade mais rica do seu tempo, centro de um império em crescimento, é o centro de diversos dramas, de lutas de bastidores pelo poder, de tramas políticas, histórias de paixão, luxúria, inveja, guerra, vida e morte.

Esta série tem todos os componentes ao longo das suas duas séries para prender, ser vista e revista.




Conheça as personagens: http://www.hbo.com/rome/cast/

Bastidores: http://www.youtube.com/watch?v=pUOWZC6F1AA&feature=related

30/06/2008

Arte que se visita: Zoo de Lisboa


O Jardim Zoológico é o meu local favorito de Lisboa. Todos os anos dá-me um prazer enorme revisitar as suas instalações. E, conto fazê-lo sempre.

Assisti à degradação das suas instalações e, com grande alegria, à renovação das mesmas. Hoje em dia, o Zoo está melhor do que nunca e recomenda-se a todos, independentemente da idade. O jardim da entrada nunca esteve tão florido e arranjado, tão povoado de vida e cor, abundante em chapéus de sol, visitantes, esplanadas e restaurantes. Os animais foram sendo contagiados eles próprios por esta chuva de cor e renovação e, em conjunto com o trabalho do pessoal, voluntários e da campanha de apadrinhamento, parecem ter, eles próprios, semblantes mais satisfeitos.


A sua história:


"Inaugurado em 1884, o Jardim Zoológico de Lisboa foi o primeiro parque com fauna e flora da Península Ibérica. Foram vários os seus fundadores, como os Drs. Pedro van der Laan e José Thomaz Sousa Martins e o Baraão de Kessler, que contaram com o apoio de várias personalidades, como o Rei D. Fernando II e pelo conhecido zoólogo e poeta José Vicente Barboza du Bocage.

As primeiras instalações situaram-se no Parque de São Sebastião da Pedreira, que foi cedido gratuitamente pelos seus proprietários. Em 1905, foram inauguradas as novas e definitivas instalações na Quinta das Laranjeiras.

As inúmeras remessas de animais vindos de África e do Brasil contribuíram para que, ao longo dos anos, o Jardim Zoológico tivesse uma das colecções de animais mais vasta e diversificada. Destacaram-se, na realidade, alguns governadores das ex-províncias ultramarinas no contributo para o enriquecimento da colecção zoológica com exemplares de espécies exóticas, pouco conhecidas e atractivas.

Em 1952, a Câmara Municipal de Lisboa galardoou esta Instituição com a Medalha de Ouro da Cidade.

A queda do Estado Novo em 1974 e a consequente independência das antigas colónias em África, significou a quebra do forte apoio prestado ao Jardim Zoológico pelas autoridades na diversificação e renovação da colecção animal. Por esta altura, o número de visitantes também diminuiu de forma substancial e ocorreram cortes radicais dos subsídios estatais. Assim, foi necessário desenvolver e implementar uma nova estratégia de gestão para o Jardim Zoológico, adequando-o aos valores e necessidades da época.

Em 1990 a nova política de gestão adoptada pelo Dr. Felix Naharro Pires que tomou posse tinha por objectivos a modernização do espaço do Jardim, assim como dos serviços. Deste modo, foram criadas áreas de trabalho específicas com objectivos próprios, para melhorar a colecção e o bem-estar animal, a sua alimentação e os cuidados médico-veterinários. Em paralelo, foram criados serviços comerciais, de marketing, relações públicas e imprensa, de modo a dinamizar o Parque como parceiro privilegiado das empresas. Promover a educação para a conservação junto do público visitante era, também, uma das principais preocupações, que rapidamente mereceu a criação de um serviço próprio, o Centro Pedagógico.

Hoje em dia, o Jardim Zoológico é um importante espaço onde aliada à conservação e à educação está uma forte componente de entretenimento e diversão. No parque habitam várias espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Das mais de 360 espécies do Jardim Zoológico, 54 são EEP's."


fonte: site do Zoo


Visite:



Vídeos do Zoo no Youtube:




Até dia 7 de Julho para evitar subida de tarifas da EDP


Muitos já devem ter recebido este mail, e puderam verificar junto de várias instituições como a Deco ou a Erse, ou ainda nos media, a sua veracidade. Muitos estiveram até agora sem conhecimento disto. Aos que ainda não sabem, este post é para vós, para vos incitar à reflexão e à acção, antes que seja tarde demais, e que mais uma medida venha complicar a vida e a carteira do cidadão que trabalha e paga as suas dívidas.


Ora aqui vai, ipsis verbis, o texto do mail que recebi:


"Mandaram-me esta mensagem e pensei que não podia ser verdade. Mas fui procurar no Google e vi no Jornal de Negócios que eles vão mesmo pôr isto em prática a não ser que haja muitas reclamações. Aqui vai o link do Jornal de Negócios onde podem confirmar. Só temos até dia 7 de Julho para nos pronunciarmos.



A EDP pretende pôr os cidadãos comuns, bons e regulares pagadores, a pagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP, num total de 12 milhões de euros e, para o efeito, a entidade reguladora está a fazer uma consulta pública que encerra em meados de Julho. Em função dos resultados desta consulta será tomada uma decisão. Esta consulta não está a ser devidamente divulgada nem foi publicitada pela EDP.


A DECO tem protestado, mas o processo é irreversível e o resultado desta consulta irá definir se a dívida é ou não paga pelos clientes da EDP. A DECO teme que este procedimento pegue e se estenda a todos os domínios da actividade económica e a outras empresas de fornecimento de serviços (EPAL, supermercados, etc.). Há que agir rapidamente. Basta enviar um e-mail com a nossa opinião, o que também pode ser feito por fax ou carta mas não tenhos os elementos. Peço que enviem o mail infra e divulguem o mais possível, para bem de todos nós cumpridores.



' Exmos. Senhores: Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a V. Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à 'proposta' - que considero absolutamente ilegal e inconstitucional - de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores. Com os melhores cumprimentos, "


Eu assino por baixo, e vou já tratar de enviar a minha reclamação. Convido os que estão de acordo com o ponto de vista de não querer pagar as dívidas contraídas por outros a agirem.




Obrigada pela vossa atenção

29/06/2008

Arte que se lê: "Les Aventures de Tintin" de Hergé


Na minha mente, arrumo as aventuras de Tintin numa gaveta partilhada com Poirot, Klimt, todos os objectos da exposição de Art Deco no Museu de Sintra e, muitos mais. Aliás, com tudo e todos que me remetam aos anos 20 e 30, sobretudo europeus.


Essa época, que me fascina, cristalizou-se de tal forma no consciente colectivo, que basta um pequeno pormenor, reminiscência para ser identificada.


Associo Tintin às peças de mobiliário em exposição no museu, não por ligeireza, mas porque a essência da época transpiram em ambos - o mesmo conteúdo, formas distintas. Tintin é um repórter que se envolve em aventuras, viaja para destinos exóticos, é um explorador. Assim era o propósito de vida ideal nesses anos idos, igualmente traduzidos por tapeçarias com temas da mitologia egípcia - influência das grandes descobertas arqueológicas, madeiras exóticas, nácar, laque, a busca da excentricidade e mitologia oriental transportada para dentro de casa.


Tintin lembra-me tudo isso. Sobretudo, trago aqui Tintin, porque as suas aventuras têm concerteza lugar no imaginário dos que são mais jovens hoje em dia, ou pelo menos deveriam.






Tintim (ou Tintin, no original em francês) é o protagonista da série de ficção de banda desenhada (português europeu) ou história em quadrinhos (português brasileiro) conhecida como A Aventuras de Tintim (Les aventures de Tintin, no original). O personagem foi criado pelo quadrinista belga conhecido como Hergé em 10 de janeiro de 1929.




A teoria corrente indica que Hergé baptizou a sua personagem como Tintim em homenagem ao álbum de Benjamin Rabier escrito em colaboração com Fred Isly, denominado Tintin lutin (1897). Tal teoria parece corresponder à verdade, uma vez que, para além do nome, são facilmente verificáveis algumas semelhanças existentes entre Onésime, personagem do álbum referido, e o Tintim de Hergé. O nome Tintim aparece pela primeira vez em 1929, data que pode ser assinalada como a sua nascença gráfica.




Dado que a série de quadrinhos possuiu uma existência de quase meio século, a personalidade de Tintim sofreu sutis alterações ao longo de sua evolução, embora sua caracterização tenha se mantido consistente durante todo o seu percurso. O personagem normalmente é apresentado como um jovem repórter (cuja idade vai presumivelmente da adolescência até a juventude), de espírito aventureiro e curioso, constantemente envolto em casos de investigação criminosa ou em conspirações políticas, geralmente guiado por uma personalidade descrita como nobre, audaciosa e perspicaz. Eventualmente o personagem passa uma imagem de inocência, ainda que procure responsabilizar-se por seus atos de forma presumivelmente bastante madura (não raro criando situações em que dá "lições de moral" em outros personagens mais velhos).
Entretanto, a evolução da série em quadrinhos (que vai da década de 1930 até os anos 70) faz com que a descrição do personagem reflita a forma como a visão de mundo de seu autor (e da própria civilização ocidental, de uma forma geral) se altera, livrando-se de preconceitos ou agregando outros, de forma que o personagem possua um leve sentimento colonialista e eurocêntrico em suas primeiras histórias e passe a lutar pela independência das antigas colônias sul-americanas nas últimas histórias.



Tintim era desenhado como um garoto de pele clara e cabelos castanhos, apresentando um característico topete que viria a se tornar praticamente sua marca registrada. Em praticamente todas as suas histórias, Tintim era retratado vestindo uma blusa de lã azul e um culote bege. Porém, dependendo da região do mundo em que se encontrava, ele poderia eventualmente trajar as vestimentas típicas daquele local.




Possivelmente, o personagem da série em quadrinhos que mais esteja associado emocionalmente a Tintim seja o seu cachorro de estimação, apelidado de Milu, um fox terrier de pêlo branco. O cão acompanha o repórter desde suas primeiras histórias, demonstrando uma esperteza e uma lealdade superiores aos demais cães.
Da mesma forma, ao longo de suas histórias, Tintim colecionou uma série de aliados. Dentre todos, talvez o mais importante seja o Capitão Haddock, arquétipo do marinheiro beberrão e ranzinza, mas de bom coração. Outro personagem importante foi o Professor Girassol, igualmente o arquétipo do gênio cientista/inventor das histórias de ficção.




fonte: wikipédia




site oficial: http://www.tintin.com/




Veja aqui:








Tintin no templo do sol pt 1- http://www.youtube.com/watch?v=2Uqgua-37UY

Tintin no templo do sol pt 2 - http://www.youtube.com/watch?v=ZFjKPyJXrPw


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